Este vídeo mostra que o aluno em questão melhorou seu aproveitamento em relação a sua condição inferior, mas não comprova qual a Pedagogia e quais os métodos utilizados para a transmissão do conhecimento, Contudo tende a nos levar a mais um ponto a ser refletido: A QUEM INTERESSA ESSA AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTO??
Documentário
Este Documentário foi por mim postado para ampliarmos nosso campo de visão e sairmos da nossa zona de conforto em direção a uma reflexão que esteja também voltada para as múltiplas situações existentes em nosso País Continente!
Modelo de Aula Virtual
Este modelo de aula acima, demonstra alguma das formas como a EAD tem sido ministrada e como seus recursos tem sido aplicados. É lógico que este vídeo é apenas um entre dezenas ou podemos dizer centenas de vídeos de EAD, todavia serve como mais teoria para fomentar nossas reflexões.
A globalização das
sociedades no final do século passado e inicio deste século forçam os
estudantes a experimentar cada vez mais novidades tecnológicas que se
apresentam com muita rapidez, gerando uma expressiva demanda por uma educação
que atenda a necessidade desses indivíduos a ingressar e interagir com o novo
mundo. A educação a distancia é apresentada como um importante processo do
ensino aprendizagem com vantagens e desvantagens na utilização das ferramentas
da Internet.
Proporcionando um ambiente
integrador de recursos para essa nova prática de ensino eficaz, principalmente
em países de grande extensão territorial como o Brasil, cujo sistema de ensino
necessita atingir milhares de pessoas geograficamente afastadas dos grandes
centros urbanos. A Internet se mostra como uma solução de baixo custo e longo
alcance para a implementação da Educação a distancia, com várias universidades
oferecendo programas de graduação e de pós-graduação em EAD.
É possível perceber que os recursos da
Internet para a prática da educação a distancia promove o desenvolvimento de
juízos reflexivos, bem como habilidades de pesquisa, autonomia e até mesmo
capacidade de autoavaliação, cabendo ressaltar que há uma certa facilidade no acesso
ao material didático. Salientando que a mesma proporciona uma maior interação
dos participantes, sem importar onde estão ou se há sincronismos de seus
horários, basta que todos tenham acesso a essa nova tecnologia.
Ressaltando algumas das muitas tecnologias da
Internet utilizadas pelos programas de Educação a Distancia, podemos citar, pelo
menos, uma vantagem e uma desvantagem sobre as
mesmas:
E-mail –Baixo custo, a conexão é
somente para enviar e receber mensagens, facilitando o envio de trabalhos e
documentos;mensagens muito longas e, anexos grandes podem demorar muito.
Chat – Possibilita
debates em tempo real, a conexão e simultânea;é preciso permanecer conectado a rede durante toda a duração
do evento.
Fórum – Facilidade em
expor os assuntos para todos que estiverem participando;dependência da participação de todos para um resultado
satisfatório.
Web – Fácil acesso a
qualquer hora e lugar, sendo uma ótima fonte de pesquisa; é preciso verificar, nem sempre a fonte é segura.
Paulo Cavalcanti Albuquerque Filho – Matrícula: 20091208280
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Reflexões sobre o professor em Ambientes Virtuais.
As reflexões sobre a pedagogia da transmissão em ambientes presenciais ou virtuais é fato na atualidade, o professor continua sendo a base fundamental para a mudança de paradigma às praticas de transmissão de conhecimentos e saberes. Desse modo percebe-se que o professor é o grande articulador que fará toda diferença nesse processo ensino-aprendizagem, ele conduzirá os alunos a utilização correta dos recursos tecnológicos digitais.
Em ambientes virtuais a base de modelo proposto é a interatividade, não em sentido de mercado ou comercial, mas sim comunicacional em detrimento da prática unidirecional. O professor deverá abrir as portas para o diálogo criará métodos de construção de conhecimentos que rompa com modelos tradicionalistas, unidirecionais e mecânicos. Espera-se do professor em ambiente interativo a construção de conteúdos que envolvam a participação, colaboração e a atuação do aluno, assim o conhecimento de modo algum será transferido e sim edificado. Desse modo percebemos que o desenvolvimento de atitudes comunicacionais direcionadas e articuladas com estratégias detalhadas provocará mudanças significativas em modelos previamente preparados e metódicos ainda existentes nos ambientes virtuais. A criação de novas propostas, a prática pedagógica será construída recriando alternativas que ultrapasse a pedagogia da transmissão gerando novas possibilidades de aprendizado.
O profissional docente, apesar das tecnológicas e mídias digitais, ainda não está totalmente preparados para a utilização correta que use a favor de sua prática pedagógica, desconhece a potencialidade do aprendizado que as tecnologias podem proporcionar e superar barreiras culturais unidirecionais. o professor nesse viés é um excluído digital e ignora o potencial pedagógico que poderá ser usado nas mídias e redes sociais.
"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção" (Paulo Freire). Conclui-se que a comunicação interativa é a base fundamental para criação de possibilidades de novos aprendizados e construção de produções autônomas, como afirmou Freire.
Estranho por vezes não entendermos esta ou aquela atitude de pessoas que parecem estarem entrando em colisão com o Sistema de coisas instituídas para manipular e alienar as pessoas, em especial os que tem pouco conhecimento das coisa. Mas vejo que dentro das classes mais altas tal procedimento funciona com mais eficácia, pois, com raras exceções, no Brasil talvez possamos citar o Poeta Cazuza, Renato Russo e de maneira global homens como Gandhi e tão poucos outros que ascenderam suas ideias para o Povo.
No Brasil é difícil as elites deixarem alguém escapar do crivo, e assim caminhamos para manter o povo totalmente pronto a obedecer as ordens de comando, mas que aos seus ouvidos soam como carinhos e benesses. Em 1910, tivemos nossa única Revolução, partindo-se do princípio de que a verdadeira revolução emana do povo, e assim só tivemos uma e esta foi facilmente pulverizada pelo então Presidente Marechal Hermes da Fonseca, que usou da mídia da Capital, a época composta por jornais, para exterminar nossos irmãos na Revolta da Chibata, e levaram seu líder a morrer como um mendigo na Praça XV, sem ter seus direitos e honras reconhecidos, e mesmo quando o Presidente LULA, inaugurou sua estátua na Praça XV, os homens que como eu compõem os quadros de Praças da Marinha, foram impedidos em pleno século 21, de comparecermos a inauguração, e apesar de termos denunciado este fato para toda a imprensa nacional, esta prática vil não foi sequer citada nas páginas dos folhetins ou mesmo teve alguma voz nos telejornais nacionais, visto tal notícia não interessar aos "mantenedores" do "sistema".
A manipulação acontece ao todo instante, porém só alguns poucos que assim como eu são taxados de "loucos", podem visualizar estas artimanhas e tentar corromper o "sistema". Bom parece triste e insano, mas a única forma de minar as bases deste modelo existente é na forma de atitudes subversivas, de cunho político, que são por mim sempre engendradas e direcionadas a ensinar a verdade aos que não conseguem enxergá-la mesmo a um palmo de seu nariz.
Sendo assim o que estou tentando dizer é que a Educação é vista pelos ordenadores do "sistema" como uma atividade subversiva, e por isso tudo em relação a sua prática é sempre relegado a um segundo ou terceiro plano, e quando feita já apresenta-se minado pelos corruptos que implantam suas minas dentro de todos os planejamentos. Como exemplo temos a Merenda Escolar, a uns 30 anos ela pouco existia, hoje é de certa forma encontrada com abundância, todavia hoje encontra-se impregnada de sujeira e podridão advinda das formas escusas a que sua aquisição é por "eles" submetida.
Refletindo sobre a fala de Piaget, percebemos como temos
feito o contrário: aprendendo e ensinando da mesma forma que aprendemos,
transmitindo conhecimentos sem esperar discussão, opinião, interação.
Interação: essa a palavra primordial quando pensamos em Educação a Distância, e
no entanto uma prática rara de se ver nos cursos dessa modalidade. Participei
de um curso semi presencial há anos atrás onde o esquema era: ler os módulos,
assistir às aulas aos sábados e participar de alguns trabalhos em grupo, além
de, claro, fazer as provas. Não era de todo ruim, pelo menos interagíamos uns
com os outros, mas o fato é que, o que valia mesmo, era a avaliação escrita,
baseada nos módulos. Já no Cederj, algumas disciplinas, como a própria EAD já propõem
fóruns de discussão e criações feitas pelos alunos, avaliando-os por essas
atividades. Algumas outras apenas disponibilizam os conteúdos a serem estudados
para as ADs e APs. Há ainda as que disponibilizam fóruns de discussão, mas sem
contar para avaliação. Acredito que estamos caminhando e faço uma observação:
não só os professores devem modificar suas aulas, proporcionar a interação, mas
os alunos também devem se acostumar com a nova forma de aprendizado,
exercitando a co-autoria, a criação, a capacidade crítica e a expressão. Sair
da “zona de conforto” de apenas ler textos para responder a uma prova e
perceber que tem autonomia para construir o conhecimento junto com os
professores é um desafio para nós enquanto alunos e enquanto educadores também.
Afinal, o que queremos é formar cidadãos, que não se posicionem passivamente em
frente a tela do computador, assim como já o fazem em frente a tela da
televisão.